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25 de abril de 2014
LRAN

Empresas transnacionais e produção de agrocombustíveis no Brasil

Pesquisa e texto: Fábio T. Pitta, Carlos Vinicius Xavier, Cristiano Navarro e Maria Luisa Mendonça

A Rede Social de Justiça e Direitos Humanos
tem realizado publicações anuais que revelam as
tendências, os dados e os impactos da expansão do
agronegócio no Brasil e sua relação com o contexto
internacional.

Introdução

Nossas análises incluem impactos
econômicos, sociais e ambientais dos monocultivos
e da produção de agrocombustíveis em um contexto
de predominância do capital financeiro na agricultura
e de crise econômica mundial. A expansão territorial
do agronegócio intensifica a exploração do trabalho
e a violência contra as organizações indígenas,
quilombolas e camponesas.

Principalmente a partir da crise econômica
mundial em 2008, o controle sobre a terra, os
recursos genéticos e energéticos são centrais nas
disputas geopolíticas. O discurso que promove o
agronegócio como “produtivo” esconde o risco que
este modo de produção representa para a produção
de alimentos, já que está baseado na necessidade de
utilização intensiva de insumos químicos, que gera
degradação dos solos e das fontes de água.

A especulação com o mercado de terras
exerce o papel de facilitar a circulação do capital
financeiro em um contexto de instabilidade
econômica. A produção de agrocombustíveis serve
para justificar o aumento da concentração fundiária
sob o argumento da necessidade da produção
de energia barata e da concessão de vantagens
comerciais para o agronegócio brasileiro.

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